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Configurações avançadas

Configurações avançadas
Fabrício Rissetto Tech
Por Fabrício Rissetto and 3 outros
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Como conectar ferramentas externas via MCP Servers

Quando usar - Você quer conectar Agentes Especialistas a ferramentas externas via Model Context Protocol (MCP) - Você precisa adicionar um servidor MCP customizado (além do servidor padrão do Fluxo Controlado) - Você quer entender autenticação, segurança e limites dos servidores MCP Pré-requisitos - Acesso de administrador à área de Agentes Especialistas - URL do servidor MCP que será adicionado - (Se aplicável) credenciais de autenticação (Bearer Token ou API Key) Sobre este artigo Servidores MCP (Model Context Protocol) são serviços que disponibilizam ferramentas (tools) para os agentes usarem durante as conversas. Por exemplo: "Consultar status do pedido", "Agendar reunião", "Buscar boleto por CPF". Com a funcionalidade multi-MCP, é possível conectar agentes a vários servidores MCP simultaneamente, combinando ferramentas de diferentes fontes. Passo a passo Etapa 1 — Acessar as configurações 1. Faça login na plataforma 2. Clique no seu nome no canto inferior esquerdo 3. Selecione Settings Etapa 2 — Adicionar um novo servidor MCP 1. Vá até a seção MCP Servers 2. Clique em Add Server 3. Preencha: - Name — nome amigável - URL — endpoint do servidor MCP - Authentication — escolha o tipo: - None — sem autenticação - Bearer Token — usa token de acesso - API Key — usa chave de API 4. Se escolher Bearer Token ou API Key, preencha o campo extra com a credencial 5. (Opcional) Custom headers — bloco onde você cadastra pares chave/valor de headers HTTP adicionais enviados em todas as chamadas àquele servidor. Útil quando o MCP exige headers além da autenticação (ex: X-Tenant-Id, X-Source, headers de versionamento). Adicione quantos pares precisar; chaves vazias são descartadas no salvamento :::warning Evite duplicar a mesma chave em mais de uma linha — se houver repetição, apenas o último valor é salvo, sem aviso. Cada header deve ser único. ::: Adicionar servidor 1. Clique em Add Server :::success O servidor aparece na lista junto com os servidores padrão. As credenciais são criptografadas e nunca mais são exibidas na tela. ::: Servidor adicionado Etapa 3 — Criar agente com ferramentas dos servidores MCP Criando novo agente 1. Vá até Agents no menu lateral 2. Expanda o template react-agent 3. Clique em + New Agent 4. Preencha nome e descrição Criar agente 1. Role até Agent Tools — você vê todos os servidores MCP disponíveis como grupos expansíveis Seção Agent Tools Selecionando ferramentas de múltiplos servidores - Expanda cada servidor clicando no nome - Use o toggle Select all para ativar todas as ferramentas de uma vez - Ou ative individualmente cada ferramenta Múltiplos servidores ativados O badge mostra quantas ferramentas estão selecionadas em cada servidor. 1. Clique em Create Agent Editando agente existente 1. Clique em Edit no card do agente 2. Role até Agent Tools 3. Ative/desative ferramentas 4. Clique em Save Changes Etapa 4 — Testar o agente 1. Vá até Chat no menu lateral 2. Selecione o agente configurado 3. Inicie uma conversa que exija uma das ferramentas :::info Exemplo: se você perguntar "Qual a data de hoje?", o agente usará a ferramenta Get Todays Date. ::: Editando ou removendo um servidor - Clique no menu de três pontos ao lado do servidor - Edit — alterar nome, URL ou autenticação - Delete — remover :::warning Servidores marcados como Default (como o do Fluxo Controlado) não podem ser editados ou removidos. ::: Perguntas frequentes Posso adicionar quantos servidores quiser? Sim — não há limite por tenant. Minhas credenciais estão seguras? Sim. As credenciais são criptografadas antes de armazenadas. Só são descriptografadas no momento da conexão. Os servidores são compartilhados entre tenants? Não. Cada tenant tem seus próprios servidores MCP. :::info Os servidores Default (do Fluxo Controlado) são os únicos que aparecem em todos os tenants. ::: Preciso reselecionar as ferramentas ao editar um agente? Não. As ferramentas selecionadas são salvas junto com o agente. O que acontece se um servidor MCP ficar fora do ar? O agente continua funcionando, mas não conseguirá usar as ferramentas daquele servidor. As ferramentas de outros servidores continuam disponíveis. Observações - Para escrever especialistas: Como escrever a descrição e as instruções de um Agente Especialista - Para o Supervisor: Como configurar o Supervisor - Para criar tools via Companion: Como criar agentes com linguagem natural (AI Companion) - Para navegar pela interface: Como navegar pela interface de agentes - Para servidores MCP no contexto da ClaudIA padrão: Como configurar servidores MCP para os agentes da ClaudIA

Última atualização em Oct 14, 2026

Como editar Agentes Especialistas com Rascunhos (Draft)

Agora é possível testar as modificações nos agentes antes de enviar para produção Agora, toda edição gera primeiro um Rascunho — uma versão separada do agent que existe apenas pra você revisar e testar. O agent em produção continua atendendo cliente normalmente. O rascunho só substitui a versão de produção quando você clica em Publicar. Funciona para: - Edição de agents existentes - Criação de agents novos (gera um rascunho, que vira produção na primeira publicação). Passo a passo Etapa 1 — Editar um agent Vá até Agents no menu lateral Clique em Editar no card do agent que você quer modificar Altere o que precisar: nome, descrição, system prompt, tools selecionadas, etc. Clique em Salvar O agent volta pra listagem com o ícone "Modificado". Em produção, nada mudou ainda — só existe um rascunho associado. Etapa 2 — Comparar rascunho vs produção No card do agent com badge Modificado, clique em Ver mudanças (ícone ao lado do lápis) Um modal abre mostrando lado a lado: - Esquerda: versão atual em produção - Direita: versão do rascunho Os campos comparados são os mesmos em todo agent: - Nome - Descrição - System prompt - MCP servers e tools selecionadas - Sub-agents vinculados (no caso do supervisor) Listas (como tools e sub-agents) mostram explicitamente o que foi + Adicionado e − Removido. Campos simples (texto, prompt) aparecem lado a lado destacando a diferença. Etapa 3 — Testando um rascunho Basta clicar no ícone de playground do agente em rascunho. Teste o novo comportamento dele. OBS: o playground sempre olha para os agentes em rascunho. Etapa 4 — Publicar o rascunho Publicação simples (agent isolado) No card do agent, clique em Publicar (ícone similar a um "enviar mensagem" em destaque laranja) Um modal de confirmação aparece. Clique em Confirmar O rascunho substitui a versão de produção (pode demorar 2s). O ícone Modificado some. Publicação em cascade (supervisor com sub-agents alterados) Se você publicar um supervisor que referencia sub-agents também modificados, o modal Publicar em Cascade abre automaticamente. Ele lista todos os agents que serão publicados juntos. A publicação acontece em ordem topológica: sub-agents primeiro, supervisor por último. Isso garante que o supervisor já encontre os sub-agents corretos no momento em que entra em produção. Se algum passo falhar no meio, o modal fica aberto pra você tentar de novo. O sistema garante que cada agent é publicado uma vez só, sem duplicação por retry ou clique duplo. Descartar um rascunho Abra o card do agent Modificado, clique em Descartar no canto inferior direito. Confirme a ação O rascunho é excluído. Produção segue exatamente como estava antes. Editando tools de um agente dentro de um rascunho A seleção de tools dentro do agente faz parte do rascunho como qualquer outro campo. Marque/desmarque tools dentro de Agent Tools durante a edição Clique em Save Changes — a mudança vai pro rascunho No diff modal, as tools alteradas aparecem como + Adicionou ou − Removeu dentro do agente correspondente Perguntas frequentes O agent em produção continua atendendo cliente enquanto eu edito o rascunho? Sim. Toda edição vive em um rascunho separado. O cliente continua conversando com a versão de produção até você clicar em Publicar. Posso ter rascunho de um agent que ainda não existe em produção? Sim. É o caso de um agent novo (rascunho orphan). Quando você publicar pela primeira vez, ele é criado direto em produção. Se a publicação falhar no meio, perco tudo? Não. O modal fica aberto pra você tentar de novo. O sistema rastreia o que já foi publicado e só completa os passos restantes, sem duplicar. Posso reverter para uma versão anterior já publicada? Não diretamente pela interface. O fluxo é editar de novo, gerar um novo rascunho com o conteúdo desejado e publicar. Não há histórico navegável de versões anteriores.

Última atualização em Sep 01, 2026

Ferramentas nativas do Supervisor: transferir para humano, encerrar atendimento e devolver para a ClaudIA

https://cloudchat.cloudhumans.com/rails/active_storage/blobs/redirect/eyJfcmFpbHMiOnsibWVzc2FnZSI6IkJBaHBBMGpBTHc9PSIsImV4cCI6bnVsbCwicHVyIjoiYmxvYl9pZCJ9fQ==--3821f03961131f0a68cd00c94c01e51ad2b5d751/recap.mp4 Vídeo de 3 minutos, com narração: passa pelas duas chaves, liga Encerrar atendimento, mostra a revisão de publicação e acompanha uma conversa até a ferramenta ser chamada. Quando usar - Você quer que o Supervisor pare de transferir conversas para o atendimento humano - Você quer permitir que a ClaudIA encerre o atendimento em N1, sem passar por uma pessoa - Você abriu as Configurações avançadas do Supervisor e quer entender o grupo Ferramentas nativas - Você quer que o Supervisor devolva o turno para a ClaudIA quando nenhum especialista cobre a demanda, e transferir para humano seria exagero - Você quer reduzir transferências para N2 em assuntos que a base de conhecimento já resolve - Você viu um travessão (—) na revisão de publicação e quer saber o que significa Pré-requisitos - Um agente Supervisor já criado no seu projeto - Permissão para editar e publicar agentes - (Somente para Devolver para a ClaudIA) Ferramenta liberada para o seu projeto pelo suporte - (Recomendado) Entender o mecanismo de transferência — ver Como funciona o handoff para humano Sobre este artigo As ferramentas nativas são ações que o Supervisor consegue executar por conta própria, sem depender de um servidor MCP. Hoje são três: transferir a conversa para um atendente humano, encerrar o atendimento e devolver o turno para a ClaudIA. Cada uma tem uma chave que liga ou desliga a ação para aquele agente. Este artigo mostra onde ficam esses controles, o que cada um faz e como publicar a mudança. O que cada ferramenta faz Transferir para humano Quando está ativada, o Supervisor pode passar a conversa para o atendimento humano (N2) sempre que não conseguir resolver sozinho. Na prática, ele marca a ação de transferência e o ticket é roteado para uma pessoa. Quando está desativada, a ferramenta simplesmente não é oferecida ao modelo — o Supervisor não tem como transferir, e vai continuar tentando resolver dentro do que sabe. :::info Vem ativada por padrão. Um Supervisor em que ninguém nunca tocou nessa chave transfere para humano. ::: :::warning Antes de desligar: sem essa ferramenta, uma conversa que a ClaudIA não consegue resolver não tem para onde ir. Desligue apenas quando existir outro caminho de saída para o cliente — um fluxo de contato alternativo, um canal separado, ou uma operação em que N2 não atende. ::: Encerrar atendimento Quando está ativada, o Supervisor pode registrar a resolução do ticket, encerrando o atendimento em N1. Existe uma regra importante aqui: o Supervisor só usa essa ferramenta quando um especialista pede explicitamente a resolução na resposta dele. O Supervisor não encerra atendimento por iniciativa própria. :::info Vem desativada por padrão. Para um Supervisor encerrar atendimento, alguém precisa ligar a chave. ::: Devolver para a ClaudIA É a terceira saída terminal do Supervisor, ao lado de transferir para humano e encerrar o atendimento. Quando está ativada, o Supervisor pode devolver o turno para o atendimento padrão da ClaudIA, que responde a partir da base de conhecimento do projeto. É a saída para quando nenhum especialista cobre a demanda do cliente: em vez de forçar um especialista a responder fora do escopo dele, ou de escalar para uma pessoa, o Supervisor deixa a ClaudIA responder. Não é transferência para humano. O cliente continua na automação e recebe a resposta da ClaudIA, podendo ser retido em N1. A única diferença é quem responde aquele turno: o atendimento padrão em vez de um especialista. Assim como em Encerrar atendimento, a chave libera a ação, mas quem define quando usá-la é o system prompt do Supervisor. Descreva ali em quais situações ele deve devolver o turno (por exemplo: "se nenhum especialista cobre o assunto, devolva para a ClaudIA"). Cada devolução fica registrada no histórico do turno com o motivo, o que permite auditar por que a ClaudIA respondeu em vez de um especialista. :::info Vem desativada por padrão e é habilitada por projeto. Enquanto não estiver liberada para o seu projeto, a chave não aparece. Para liberar, fale com o suporte da sua conta. ::: Para mais detalhes, veja Devolver para a ClaudIA: a terceira saída do supervisor. Se mais de uma ferramenta for chamada no mesmo turno Vale a mais forte: Transferir para humano tem prioridade sobre Encerrar atendimento, que tem prioridade sobre Devolver para a ClaudIA. A decisão vale só para aquele turno. No turno seguinte, o Supervisor decide de novo. Onde ficam os controles As mesmas três chaves aparecem em dois lugares, e tanto faz por qual você mexe — o resultado é o mesmo: | Tela | Caminho | |---|---| | Lista de agentes | Editar o Supervisor → Configurações avançadas → grupo Ferramentas nativas | | Agent Studio | Selecionar o Supervisor → aba Avançado | Passo a passo: pela lista de agentes 1. Abra ClaudIA › Agentes. 2. Na linha do agente Supervisor, clique para editar. 3. Role até Configurações avançadas e abra a seção. 4. Procure o grupo Ferramentas nativas. Ele traz as chaves Transferir para humano, Encerrar atendimento e, se estiver liberada para o seu projeto, Devolver para a ClaudIA. 5. Clique no ⓘ ao lado do nome de cada uma se quiser ler a explicação completa antes de decidir. 6. Ligue ou desligue a chave que você quer mudar. 7. Salve. Passo a passo: pelo Agent Studio 1. Abra o Agent Studio. 2. Clique no nó do agente Supervisor. 3. No painel da direita, abra a aba Avançado. 4. As chaves aparecem junto com as demais configurações do motor (modelo, esforço de raciocínio, orçamento). 5. Mude o que precisa e clique em Salvar. Publicar a mudança Salvar não coloca a mudança no ar: ela fica em um rascunho. Para valer na produção, é preciso publicar. 1. Depois de salvar, o rodapé indica que existe alteração não publicada. 2. Abra a revisão de publicação. 3. Confira as linhas das ferramentas que você mexeu. 4. Confirme a publicação. Como ler a revisão de publicação A revisão compara o rascunho com o que está no ar, e omite o lado que está no valor padrão. Como uma chave só tem dois estados e um deles é sempre o padrão, um dos lados aparece como travessão (—). Isso é esperado, não é erro. Leia assim: | O que aparece | O que significa | |---|---| | — → Ativado | estava no padrão, vai passar a ficar ativada | | Ativado → — | estava ativada, vai voltar ao padrão | | — → Desativado | estava no padrão, vai passar a ficar desativada | | Desativado → — | estava desativada, vai voltar ao padrão | Sempre que bater dúvida sobre o que é o padrão: Transferir para humano é ativada, Encerrar atendimento e Devolver para a ClaudIA são desativadas. Perguntas frequentes As chaves aparecem como — em vez de botão. O que aconteceu? O controle só aparece depois que as configurações do agente terminam de carregar. Enquanto isso, a linha mostra um travessão. Espere um instante ou recarregue a página. Isso é de propósito: um botão desenhado antes de saber o estado real mostraria "desligado" mesmo para uma ferramenta que está ligada, e um clique ali gravaria essa informação errada. Se o travessão não sai nunca, o que é? Significa que a versão do agente que está no ar não conhece essas ferramentas — normalmente porque ela é anterior à chegada delas. Nesse caso não há o que ligar naquele agente; fale com o suporte da sua conta. Desliguei a transferência para humano e a conversa que já estava aberta continuou transferindo. Por quê? Uma conversa em andamento continua com a configuração que valia quando ela começou. A publicação vale para as conversas que começarem depois dela. Para conferir o efeito, comece uma conversa nova. Preciso ligar "Encerrar atendimento" para o agente resolver tickets sozinho? A chave é necessária, mas não é suficiente. Mesmo ligada, o Supervisor só encerra quando um especialista pede a resolução explicitamente na resposta. Ele não decide encerrar por conta própria. Se você ligou a chave e o atendimento não encerra, o ponto a revisar é o campo Instruções de comportamento do especialista: é lá que se descreve em quais cenários ele deve pedir a resolução. Qual a diferença entre "Devolver para a ClaudIA" e "Transferir para humano"? Na transferência, o ticket sai da automação e vai para uma pessoa (N2). Na devolução, o cliente continua com a ClaudIA: quem responde aquele turno é o atendimento padrão, com base no conteúdo cadastrado. Se a base de conhecimento resolver, o atendimento pode ser retido em N1. Não vejo a chave "Devolver para a ClaudIA". Por quê? A ferramenta é habilitada por projeto e não aparece enquanto não estiver liberada para o seu. Fale com o suporte da sua conta. Liguei "Devolver para a ClaudIA" e o Supervisor não devolve. O que revisar? O system prompt do Supervisor. A chave só deixa a ferramenta disponível: é o prompt que diz em quais casos usá-la. Se o prompt não descreve quando devolver, o Supervisor não vai devolver. Antes eu fazia isso pedindo uma resposta em branco no prompt. Preciso mudar? Recomendamos migrar. A convenção da resposta em branco é frágil: qualquer texto que escape vira mensagem enviada ao cliente, e uma devolução intencional não se distingue de uma falha real. Com a ferramenta, a devolução é explícita e registrada com o motivo. Ao ligar a chave, troque a instrução de "responda vazio" no prompt pela orientação de usar Devolver para a ClaudIA. Mexi pelo Agent Studio, preciso mexer também na lista? Não. As duas telas editam a mesma configuração do mesmo agente. Mudar em uma já vale para a outra. Ligar ou desligar essas chaves afeta as ferramentas do MCP? Não. São coisas separadas: as ferramentas nativas são ações do próprio Supervisor, e ficam em Ferramentas nativas. As ferramentas de servidores MCP são configuradas na aba Ferramentas. Observações - Para entender o mecanismo de transferência: Como funciona a transferência para humano nos Agentes Especialistas - Para ver a devolução em detalhe: Devolver para a ClaudIA: a terceira saída do supervisor - Para configurar o Supervisor: Como configurar o Supervisor dos Agentes Especialistas - Para escrever as instruções do especialista que pede a resolução: Como escrever a descrição e as instruções de um Agente Especialista - Para publicar com rascunho: Como editar Agentes Especialistas com Rascunhos (Draft) - Para navegar pela tela: Como navegar pela interface dos Agentes Especialistas

Última atualização em Oct 14, 2026

Ativação gradual (Teste A/B) e auditoria de um Agente Especialista

Quando usar - Um Agente Especialista novo vai entrar no ar de forma gradual (por exemplo, "ativado em 30%") - Você quer comparar o resultado de conversas com e sem um Agente Especialista específico - Você quer auditar o desempenho de um Agente Especialista - O Replay de uma conversa não funcionou e você quer entender por quê Sobre este artigo Um Agente Especialista recém-publicado normalmente não entra no ar para 100% dos atendimentos de uma vez — ele é ativado de forma gradual, como um teste A/B, para permitir comparar o resultado antes de expandir para todos os atendimentos. Como funciona Como a porcentagem de ativação funciona Quando um especialista está em ativação gradual (ex.: 30%), cada nova conversa é sorteada, uma única vez, no momento em que ela começa, para cair no grupo com o especialista ativo ou no grupo controle (sem o especialista). Esse sorteio vale para a conversa inteira, do início ao fim. :::info O sorteio é por conversa, não por cliente. Isso significa que o mesmo cliente pode cair no grupo com o especialista num atendimento e no grupo controle em outro atendimento diferente — não existe uma regra que sempre coloque a mesma pessoa no mesmo grupo. ::: Como comparar o grupo com o especialista e o grupo controle A comparação é feita olhando as métricas gerais do teste A/B do projeto (por exemplo, retenção) separadamente para o grupo com o especialista ativo e para o grupo controle, no mesmo período. Isso mostra se o especialista está de fato melhorando o resultado antes de aumentar a porcentagem de ativação. Boas práticas de medição - Mude uma coisa por vez. Alterar as instruções, redesenhar uma ferramenta e revisar a descrição afetam o resultado por caminhos diferentes. Mudar os três juntos produz um resultado que ninguém sabe explicar. - Ajustes de ferramenta e de descrição entram antes ou depois do teste, nunca durante. Eles afetam os dois grupos ao mesmo tempo e contaminam a comparação. - Confira se o volume comporta o período. Um especialista acionado poucas dezenas de vezes por semana não gera comparação de taxas confiável. Nesse caso, leia todas as conversas. - Acompanhe as transferências. Além da taxa de transferência, veja quantas correspondem a um caso previsto na regra de negócio. Transferência sem regra correspondente é o defeito que derruba a retenção. Ver Como funciona a transferência para humano nos Agentes Especialistas. Auditando o desempenho de um especialista Hoje a auditoria é feita conversa a conversa: a tela de auditoria/tracing de cada atendimento mostra se o Supervisor acionou um Agente Especialista naquela conversa e o raciocínio por trás da decisão. Para avaliar um especialista, o caminho recomendado é revisar uma amostra dos atendimentos em que ele foi acionado no período — não existe hoje um relatório agregado pronto filtrando só por um especialista. Por que o Replay às vezes não funciona O Replay permite reprocessar a resposta de uma conversa antiga com uma configuração nova, para comparar o resultado. Essa funcionalidade não está disponível quando a resposta original envolveu um Agente Especialista (ou seja, quando o Supervisor delegou o atendimento a um especialista naquela mensagem). O Replay hoje sabe reproduzir a resposta de um único agente — ele ainda não reproduz o fluxo de delegação do Supervisor para um especialista. :::warning Se o Replay falhar com esse motivo, isso não é um erro: é uma limitação conhecida para conversas atendidas por um Agente Especialista. A conversa continua disponível normalmente na auditoria/tracing — só o Replay em si fica indisponível para esse caso. ::: Observações - Para o passo a passo de criar, vincular e publicar um Agente Especialista, veja "Como criar, editar e publicar um Agente Especialista". - Para entender como o Supervisor decide acionar um especialista, veja "O que são Agentes Especialistas e como o Supervisor decide quem responde".

Última atualização em Oct 15, 2026

Como criar um servidor MCP compatível com a ClaudIA

A tela ClaudIA > Servidores MCP permite conectar ferramentas externas aos seus agentes usando o Model Context Protocol (MCP). Este artigo descreve exatamente o que a plataforma exige de um servidor para que ele passe no teste de conexão e funcione em produção. A ClaudIA usa um subconjunto pequeno e bem definido do protocolo. Se o seu servidor cumprir os pontos abaixo, ele vai funcionar. 1. Transporte: Streamable HTTP A ClaudIA fala apenas o transporte Streamable HTTP da especificação MCP (revisão 2025-03-26 ou mais recente). Na prática, isso significa: - Um único endpoint HTTP (por exemplo, https://seu-host/mcp) que aceita POST com um corpo JSON-RPC 2.0. - A resposta pode ser Content-Type: application/json (um único objeto JSON) ou Content-Type: text/event-stream (SSE). Os dois formatos são aceitos. - O servidor pode ser stateless ou stateful (devolvendo o header Mcp-Session-Id no initialize). Ambos funcionam. O que não funciona: - Servidores stdio (o formato dos tutoriais para Claude Desktop). Eles não têm URL HTTP. - O transporte HTTP+SSE antigo (protocolo 2024-11-05), com endpoints separados /sse e /messages. A ClaudIA não faz fallback para esse formato. A maioria dos quickstarts públicos ensina stdio ou SSE. Confira qual transporte o seu framework está usando antes de testar. 2. Handshake e métodos usados A cada uso, a ClaudIA abre uma sessão nova e executa, nesta ordem: 1. initialize: o servidor precisa responder com capabilities.tools declarado. 2. notifications/initialized 3. tools/list: para descobrir as ferramentas. 4. tools/call: quando o agente decide usar uma ferramenta. Nenhum outro recurso do protocolo é consumido: resources, prompts, sampling, elicitation, roots e a notificação tools/list_changed são ignorados. O servidor não precisa implementá-los. Como cada chamada abre uma sessão nova, o servidor precisa aceitar muitas sessões curtas sem problema. 3. URL - Cole a URL completa do endpoint MCP, com o path (ex.: https://seu-host/mcp ou https://seu-host/v1/minha-api/mcp). - A URL é usada exatamente como colada. A plataforma não adiciona /mcp automaticamente. - Apenas http e https são aceitos. 4. Autenticação | Tipo escolhido na tela | O que o servidor recebe | |---|---| | Nenhum | Nenhum header de autenticação | | Bearer Token | Authorization: Bearer <token> | | API Key | X-Api-Key: <token> | Você também pode adicionar cabeçalhos personalizados. Os nomes Authorization, X-Api-Key e X-Authorization são reservados e não podem ser usados como cabeçalho personalizado. Se o servidor responder 401 ou 403, o teste de conexão mostra "Falha na autenticação". 5. Formato das ferramentas Cada item retornado em tools/list precisa ter: - name: identificador único. Use apenas letras minúsculas, números, _ e -. A ClaudIA prefixa o nome com o identificador do servidor, então nomes curtos e descritivos funcionam melhor. - description: texto claro do que a ferramenta faz e quando usar. É isso que o modelo lê para decidir chamar a ferramenta. - inputSchema: JSON Schema do tipo object descrevendo os parâmetros. Exemplo mínimo: { "name": "consultar_pedido", "description": "Retorna o status de um pedido a partir do número informado pelo cliente.", "inputSchema": { "type": "object", "properties": { "numero_pedido": { "type": "string", "description": "Número do pedido" } }, "required": ["numero_pedido"] } } 6. Formato do resultado de tools/call - Retorne o resultado em content como blocos {"type": "text", "text": "..."}. É esse texto que o agente lê. - structuredContent é aceito, mas o agente usa apenas o bloco de texto. Se usar structuredContent, mantenha também o JSON serializado em um bloco text, como a especificação recomenda. - Para erros de negócio (pedido não encontrado, API externa indisponível), retorne isError: true com a explicação em content. O agente recebe a mensagem e consegue reagir. 7. Tempo limite | Etapa | Limite | |---|---| | Conexão TCP/TLS | 5 segundos | | initialize e tools/list | 30 segundos | | tools/call em produção | 180 segundos | Um servidor que demora mais que isso aparece como "Servidor inacessível" no teste ou como falha de ferramenta na conversa. 8. O que o botão "Testar conexão" faz O teste executa exatamente o mesmo initialize + tools/list que o agente executa em produção, com a URL, o tipo de autenticação e os cabeçalhos informados na tela. Se passar, o servidor será chamado dessa mesma forma. Nada é salvo durante o teste. | Mensagem na tela | Causa provável | |---|---| | Servidor inacessível | DNS, porta fechada, TLS inválido, timeout, ou o servidor respondeu 404/405 ao POST (sintoma típico de servidor SSE antigo ou stdio) | | A resposta do servidor não é uma resposta MCP válida | O corpo não é JSON-RPC 2.0, ou o initialize não declarou capabilities.tools | | O servidor retornou um erro | O servidor respondeu com um error JSON-RPC ao initialize ou ao tools/list | | Falha na autenticação | 401 ou 403 | 9. Exemplos mínimos Python (FastMCP, SDK oficial) from mcp.server.fastmcp import FastMCP mcp = FastMCP("meu-servidor", stateless_http=True) @mcp.tool() def consultar_pedido(numero_pedido: str) -> str: """Retorna o status de um pedido a partir do número informado pelo cliente.""" return f"Pedido {numero_pedido}: em transporte" if __name__ == "__main__": mcp.run(transport="streamable-http") O endpoint fica em http://host:8000/mcp. Publique atrás de HTTPS e cole essa URL na ClaudIA. TypeScript (SDK oficial) import express from "express"; import { McpServer } from "@modelcontextprotocol/sdk/server/mcp.js"; import { StreamableHTTPServerTransport } from "@modelcontextprotocol/sdk/server/streamableHttp.js"; import { z } from "zod"; const app = express(); app.use(express.json()); app.post("/mcp", async (req, res) => { const server = new McpServer({ name: "meu-servidor", version: "1.0.0" }); server.registerTool( "consultar_pedido", { description: "Retorna o status de um pedido a partir do número informado pelo cliente.", inputSchema: { numero_pedido: z.string() }, }, async ({ numero_pedido }) => ({ content: [{ type: "text", text: `Pedido ${numero_pedido}: em transporte` }], }), ); const transport = new StreamableHTTPServerTransport({ sessionIdGenerator: undefined }); res.on("close", () => { transport.close(); server.close(); }); await server.connect(transport); await transport.handleRequest(req, res, req.body); }); app.listen(3000); Checklist rápido - [ ] Endpoint único aceitando POST JSON-RPC (Streamable HTTP) - [ ] initialize responde com capabilities.tools - [ ] tools/list retorna name, description e inputSchema - [ ] tools/call retorna content com blocos text - [ ] Autenticação via Authorization: Bearer ou X-Api-Key, conforme escolhido na tela - [ ] Responde em menos de 30 segundos ao initialize e ao tools/list - [ ] URL completa, com path, em HTTPS Referências - Especificação MCP: transportes (Streamable HTTP) - Especificação MCP: tools - SDKs oficiais do MCP

Última atualização em Sep 02, 2026

Devolver para a ClaudIA: a terceira saída do supervisor

Quando usar - Nenhum agente especialista cobre a demanda que chegou, e transferir para um humano é exagero. - Você quer que a ClaudIA responda pelo atendimento padrão nesses casos, em vez de encerrar ou escalar. - Você quer reduzir transferência para N2 em assuntos que a base de conhecimento já resolve. Pré-requisitos :::warning A ação é habilitada por projeto. Ela não aparece na configuração do agente enquanto não estiver liberada para o seu projeto — fale com a gente pelo canal de suporte. ::: Como funciona A terceira saída O supervisor tinha duas saídas terminais para um turno: transferir para humano e encerrar o atendimento. Agora existe uma terceira, Devolver para a ClaudIA. Quando o supervisor escolhe essa ação, o turno volta para o atendimento padrão da ClaudIA, que responde a partir da base de conhecimento do projeto. :::info Não é transferência para humano. O cliente continua na automação e recebe a resposta da ClaudIA. A diferença é só quem responde: o atendimento padrão em vez de um agente especialista. ::: Onde fica Na configuração do agente, ao lado das outras duas ações terminais. Quando o supervisor usa Quando a demanda do cliente não se encaixa em nenhum dos especialistas disponíveis. Em vez de forçar um especialista a responder fora do escopo dele, ou de escalar para uma pessoa, o supervisor devolve o turno. Observações - Antes desta ação existir, o mesmo efeito era obtido por convenção: o prompt pedia uma resposta em branco e a plataforma tratava resposta vazia como "cai para o fluxo padrão". Isso era frágil, porque qualquer texto perdido virava mensagem enviada ao cliente, e indistinguível de uma falha de verdade. Agora a devolução é explícita e fica registrada. - A devolução aparece no histórico do turno com o motivo, o que facilita auditar por que a ClaudIA respondeu em vez do especialista.

Última atualização em Sep 22, 2026

Criar um agente a partir de um modelo pronto

Quando usar - Você vai criar um agente especialista e não quer começar de uma página em branco. - Você quer ver o que outras operações do seu segmento costumam automatizar antes de decidir o seu primeiro agente. - Você sabe o que quer, mas não sabe como descrever isso para o AI Companion. Pré-requisitos - Acesso à criação de Agentes Especialistas no painel da ClaudIA. Como funciona A tela Começar de um agente pronto Ela reúne 25 modelos de especialista, agrupados por segmento: - E-commerce - SaaS B2B - Fintech e seguros - Serviços por assinatura - Reservas e agendamento Cada modelo tem título e uma descrição curta do que ele resolve. Dá para buscar pelo nome e filtrar por segmento. O que acontece ao escolher um modelo O AI Companion abre com o roteiro daquele modelo já preenchido. O roteiro cobre: - exemplos de frase que o cliente costuma mandar nesse caso; - como identificar de quem é o atendimento; - qual consulta fazer no seu sistema; - o que fazer quando não encontra ninguém, e quando encontra mais de um; - as regras da sua operação; - o que continua sendo respondido pela base de conhecimento; - o que é responsabilidade de outro agente; - a lista fechada do que deve ir para uma pessoa — e, explicitamente, o que não é motivo para transbordar. Os trechos entre colchetes são as lacunas que só você consegue preencher: nome do sistema, prazo, política da casa. Complete essas partes e o agente está pronto para teste. Passo a passo 1. No painel da ClaudIA, vá criar um agente. 2. Clique em Comece por um agente pronto. 3. Use a busca ou o filtro por segmento para achar o modelo. 4. Clique no modelo. O AI Companion abre com o roteiro preenchido. 5. Substitua os trechos entre colchetes pelo que é do seu negócio e siga a criação. Observações - O Agente de Q&A continua disponível: ele está na própria lista, no grupo Geral. - Começar por um modelo não prende você a ele. O roteiro é só o texto inicial, e dá para reescrever o que quiser antes de criar. - Os modelos cobrem o que mais aparece em cada segmento. Se a sua necessidade não estiver na lista, dá para descrever o agente do zero no AI Companion.

Última atualização em Oct 13, 2026

Saber por que a ClaudIA passou a conversa para o time

Quando usar - Você vê transferências para o time subindo e quer saber se é comportamento esperado ou falha. - Você quer separar o transbordo que o agente foi instruído a fazer do transbordo que aconteceu porque algo quebrou. - Você quer descobrir que tipo de pedido não tem nenhum especialista cobrindo. Pré-requisitos - Projeto com agentes especialistas ativos. Em projetos sem agentes especialistas nada muda. Como funciona Os quatro motivos Até então toda transferência feita pelos Agentes Especialistas era registrada com um único rótulo genérico. Agora ela chega separada em quatro: - Por instrução do agente — o próprio agente foi configurado para entregar esse caso ao time. - Erro reportado pelo agente — algo falhou no meio do caminho, por exemplo uma integração fora do ar ou uma credencial vencida. - Nenhum especialista para o pedido — o supervisor não encontrou agente que cobrisse a demanda. - Outro — motivo que não se encaixa nos anteriores. Quando o motivo não vem preenchido, a transferência continua registrada com o rótulo genérico de antes. Onde ver - No filtro Motivo de resolução, cada motivo aparece como uma opção própria. - No gráfico de transferências, os quatro aparecem separados. - Na nota interna da conversa, junto do motivo, vem a justificativa escrita pelo agente, identificada como texto gerado por IA. :::warning O motivo é escolhido pelo próprio modelo a cada transferência. Ele serve para você enxergar picos e tendências por projeto — por exemplo, erro de integração disparando numa terça à tarde. Não use como contagem exata de falhas. ::: Por que isso importa Antes, uma ferramenta quebrada só aparecia quando a retenção já tinha caído, porque o transbordo por falha ficava misturado com o transbordo programado. Com os motivos separados, o pico de erro reportado pelo agente fica visível assim que começa. Observações - A linha de atividade da conversa no Cloud Chat continua mostrando a transferência de forma genérica. O motivo detalhado fica no filtro, no gráfico e na nota interna. - Uma conversa reaberta não herda o motivo de um ciclo anterior: cada transferência registra o motivo do turno em que aconteceu. - A justificativa na nota interna é limitada a 500 caracteres.

Última atualização em Oct 14, 2026

Como revisar um Agente Especialista que já está no ar

Quando usar - Um especialista que já está no ar erra com frequência, transfere demais ou é acionado no lugar errado - A plataforma ganhou recursos novos (Integrações, ferramentas nativas do Supervisor, templates) e você quer atualizar especialistas antigos - Você herdou um projeto e quer saber se os especialistas seguem o padrão atual Sobre este artigo Revisar um especialista segue o mesmo raciocínio de criar um, com uma diferença: você começa pelo que já existe e procura o que está escrito no lugar errado. A maior parte dos problemas de especialistas em produção não vem de texto mal escrito, e sim de regra colocada no campo errado. Exemplos: regra de escolha de ferramenta nas instruções em vez da descrição da ferramenta, ou sequência de etapas no texto em vez de numa ferramenta. Passo a passo Etapa 1 — Reúna o que existe - A Descrição e as Instruções de comportamento do especialista - A descrição de cada ferramenta que ele usa e a descrição de cada parâmetro - As Instruções gerais e tom de voz do Supervisor - Conversas reais com problema, com o que deveria ter acontecido. A auditoria de conversas mostra o raciocínio de cada turno, e os motivos de transferência mostram por que a conversa foi para o time Etapa 2 — Classifique cada trecho pelo lugar onde ele deveria estar Leia as instruções atuais bloco por bloco e pergunte, para cada um, onde ele pertence: | Se o trecho é… | Ele deveria estar em… | | --- | --- | | Critério para escolher este especialista | Descrição do especialista | | Como o cliente deve ser tratado (tom, saudação, despedida) | Instruções gerais e tom de voz do Supervisor | | Critério para escolher uma ferramenta | Descrição da ferramenta | | O que preencher num campo, em que formato | Descrição do parâmetro | | Conhecimento do assunto e como interpretar o resultado de uma consulta | Instruções de comportamento do especialista | | Sequência de etapas, validação, tabela de conversão, cálculo | Dentro da ferramenta (API, servidor MCP ou fluxo usado como ferramenta) | | Algo que a plataforma já garante (não inventar dado, não prometer ação, para quem vai a resposta) | Em lugar nenhum. Pode apagar | Etapa 3 — Decida entre ajuste pontual e reescrita - Ajuste pontual quando a maior parte do texto já está no lugar certo. Mova ou apague só os trechos errados. - Reescrita quando a maior parte das instruções está fazendo trabalho de ferramenta (sequências, validações, tabelas). Nesse caso, reescreva a partir dos templates e combine antes qual ferramenta precisa ser criada ou alterada. Etapa 4 — Corrija nesta ordem 1. Descrição do especialista. Se você não consegue escrever o teste final de sim ou não, o escopo ainda não está claro. 2. Descrições de ferramenta e de parâmetro. É a correção de maior retorno e a mais esquecida. 3. Instruções de comportamento. Com as duas anteriores corrigidas, elas ficam curtas, e isso é sinal de que estão certas. 4. Tom de voz do Supervisor, só se o problema for de comunicação com o cliente. Etapa 5 — Passe o checklist Use o checklist de Boas práticas para criar um Agente Especialista. Se só der tempo de checar duas coisas, cheque estas: - Nenhuma instrução repete o que a plataforma já garante - As dez frases reais de cliente (cinco que caem aqui, cinco que não caem) são decididas corretamente lendo só a descrição Etapa 6 — Teste e meça - Teste no Playground as conversas com problema da Etapa 1 e os três casos obrigatórios de transferência: relato do cliente que contradiz o sistema, caso da regra de negócio e cliente irritado sem caso de regra - Se for comparar a versão nova com a antiga num Teste A/B, mude uma coisa por vez Sintomas comuns e onde costuma estar a causa | Sintoma | Onde olhar primeiro | | --- | --- | | O especialista errado é acionado, ou nenhum é | Descrição do especialista e do vizinho: fronteiras sobrepostas ou linguagem interna em vez da linguagem do cliente | | Transfere para humano em casos que deveria resolver | Falta o bloco de retenção e transbordo nas instruções e no Supervisor; ver transferência para humano | | Pula ou funde etapas de um processo | Sequência escrita nas instruções; a ordem deveria estar numa ferramenta de controle | | Pede ao cliente um dado que o sistema já tem | A ferramenta não devolve o identificador para a chamada seguinte, ou a descrição do parâmetro não diz de onde tirar o dado | | Usa o campo errado do retorno, ou mistura informações | A ferramenta devolve dados demais; ela deveria filtrar e devolver só o que o especialista usa | | Chama a ferramenta errada | Descrição da ferramenta não diz quando usar e quando não usar | | Responde com tom diferente do resto do atendimento | Frases prontas ou saudação nas instruções do especialista; o tom é só do Supervisor | Observações - Para o material que vale reunir antes de revisar: O que preparar antes de montar um Agente Especialista - Para editar sem afetar a versão no ar: Como editar Agentes Especialistas com Rascunhos (Draft) - Para a estrutura de cada campo: Como escrever a descrição e as instruções de um Agente Especialista

Última atualização em Oct 14, 2026